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quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

SOS o ó - 2

Um pretenso guia para evitar as escorregadas que todo mortal dá vez ou outra.

O ó de hoje: make-up — sabendo borrar a própria cara

Mulher que é mulher gosta de uma boa maquiagem, realçando traços e escondendo TODOS os defeitos. Mas a maquiagem carregadíssima é coisa de perua, não de baranga (discutiremos essa diferença numa próxima oportunidade!). Não empastele-se de tanto pancake como se sua carinha de anjo precisasse de uma ou duas demãos de massa-corrida. Não fique bege! Um pózinho-compacto, um delineador, um róseo blush, um batonzinho cor-de-boca, uma sombrinha nos olhos e já está ÓTIMO! E depois da maquiagem feita, um fixador em spray te economizará as dezenas de idas ao toilette para os infames retoques.

terça-feira, 29 de janeiro de 2008

SOS o ó!

Um pretenso guia para evitar as escorregadas que todo mortal dá vez ou outra.

Se você é do tipo que não curte um luau, a-do-ra um churrasco na beira da piscina, usa aquele bronzeador de cenoura que fica escorrendo em seu maiô de duas peças em tricô, acha um gato aquele cara que usa Raider e camiseta Polo, gosta e costuma frequentar barzinhos com música ao vivo porque acha "legal pra conversar", se pega emocionada quando lê mais uma edição de Sabrina e não desiste das dezenas de bichinhos de pelúcia espalhados em seu quarto... tente se render: você pode ser uma forte candidata a baranga. Não importa em que dose, todas nós somos um pouco. Todas, vez ou outra... cometemos gafes, pecamos na ausência ou derrapamos no excesso mas... para ajudá-la a antenar-se com seu tempo, está chegando: "SOS o ó", para você, mulher mortal.

O ó de hoje: botas brancas

Pintou uma super festa e você não vê a hora de estrear aquela bota branca salto 15, comprada a duras penas numa liquidação de verão. Ninguém tira da sua cabeça que está fora de moda, se é que algum dia esteve dentro dela. Por favor, não faça isso! Nem as demitidas Paquitas, nem NINGUÉM fica bem com esse tipo de coisa. Provável exceção: a própria Wanderléa em si! Coloque uma coisa na sua cabeça (antes de colocar a bota nos seus pés), bota branca é o fim! Incomparavelmente mais fashion seria quebrar a perna para usar aquela atadura emborrachada com presilhas (lindinha!!!) ou ainda um belo e clássico gesso até o joelho. Pelo menos, você poderia usá-lo para anotar o telefone dos bofes mais disputados do evento. E, vamos e venhamos, uma lady levemente manquitolante não deixa de ter um certo charme, não é verdade?

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Seguir em frente

Tvs podem ser consertadas, ossos podem ser emendados (mesmo que às vezes precisem de pinos) e dizem que só para a morte que não há jeito. Será mesmo? Será que temos a campacidade de sermos magnânimos e apagar certos fatos para que a relação entre pessoas possa voltar a ser como antes deles terem acontecido?

Eu acredito sinceramente que se fatos desagradáveis aconteceram há um sinal muito forte apontando que eu não deva querer que tudo volte a ser como eram. Afinal, nada acontece por acaso e os fatos não são isolados: eles fazem parte de um contexto contruído pelas pessoas envolvidas.

Não quero que nada volte a ser como antes. Quero que sejam como o futuro têm guardado. Retomar o passado nos faz andar em círculos, angustia, sufoca. Ao mesmo tempo, a incerteza do futuro faz refletir sobre o passado e impulsiona o presente.

Algumas vezes, para se seguir adiante, você tem que parar de olhar para trás. Está sempre tentando manter-se em contato com o que é seguro, o que é confortável.

Mas relações humanas não são seguras. Nós não podemos confiar que continuará a mesma coisa. Agarre-se à estrada que o seu coração quer seguir e assim como você desliza pela porta com seus princípios morais na manga, divirta-se e aja por impulso! Arrisque-se e cultive diariamente cada detalhe da relação.

Após isso, tudo que podemos fazer é esperar. Mesmo se nos sentirmos vulneráveis, nus mesmo. Talvez eu mesma nunca me sinta pronta para mudar ou seguir adiante. Mas preciso porque é só assim que se cresce. E crescer é o que é realmente importante.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Smigol, a rainha do deserto

Estou sem tempo pra confabular mais alfarrábios por aqui!
Então, mais um pouquinho de Smigol pra alegrar o blog!

domingo, 13 de janeiro de 2008

A dança da garça

Pelo menos ainda rio das minhas próprias desventuras (como no post abaixo) e de bobeiras como essa.
Meu espírito, ao menos, permanecerá jovem! hahaha


sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

Força na peruca!

Criiiiise!!!!

Hoje, durante uma reunião interminável, resolvi dar uma checada no visual via espelhinho do corretivo. Pro meu espanto, ainda sonolenta, mas sempre linda leve e faceira, me deparei com ele: meu primeiro fio de cabelo branco!

Dizem por aí que do primeiro a gente nunca se esquece. Olha, juro que essa primeira vez eu gostaria muito de apagar da memória, mas infelizmente, é um caminho sem volta. Este foi só o primeiro de vários que virão. Ai, meus sais!

Minha negação de envelhecimento perdeu força no mesmo tempo em que a certeza do amadurecimento e ganho de experiência não foi percebida. Se cabelos brancos são sinal de maturidade e até sapiência, como um fio já apareceu em mim?

Das duas uma: ou eu gasto horas na análise ou uns minutos com um bom tonalizante. Por enquanto, prefiro a segunda opção. Sabe como é: nunca se sabe como reagirei ao segundo fio. Deixarei a análise para quando aparecerem os primeiros pés-de-galinha! :-P

sexta-feira, 4 de janeiro de 2008

Colando na Prova

Primeiro post de 2008, um momentinho de descontração! O ano já vai começar bombando!

segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Um novo despertar

Assim como o despertar do homem (ainda macaco) no clássico "2001, uma Odisséia no Espaço", desejo que cada um de nós tenhamos um novo amanhecer e novos horizontes que nos propiciem oportunidades de sermos ao menos, melhores do que somos.

Feliz 2008!

domingo, 30 de dezembro de 2007

Razão e ?

Última Filosofia de Botequim do ano!

Aos Sete sábios da Grécia eram atribuídas grande quantidade de máximas e preceitos - sentenças proverbiais -, por todos conhecidas. Algumas eram tão famosas que foram inscritas no templo de Apolo em Delfos. A lista mais difundida, do tempo de Platão, é a seguinte: Tales de Mileto, Periandro de Corinto, Pítaco de Mitilene, Brias de Priene, Cleóbulo de Lindos, Sólon de Atenas e Quílon de Esparta.

Quando um dia perguntaram a Tales de Mileto o que era difícil, ele respondeu: “Conhecer a si próprio”. Quando lhe perguntaram o que era fácil, ele respondeu: “Dar conselhos”.

Portanto, ao invés da razão e proporção, sugeridas no Teorema de (do próprio) Tales (alguém lembra disso em geometria?), proponho razão e sensibilidade, esse mesmo, o da Jane Austen!

Ao contrário do que dizem por aí, não acho que este seja um romance de "intrigas domésticas" ou sobre "uma irmã racional e outra sentimental" (que tem inclusive sido usado como justificativa do título). Pelo contrário, é uma pergunta sempre relevante: será que o que parece útil a curto prazo vale a pena a longo prazo? Os "bobos" que seguem seus sentimentos podem no final ter melhores resultados e que a virtude ainda é necessária. Pelo menos é o que a Jane Austen parece ter me dito. ;-)

sábado, 29 de dezembro de 2007

E vinte e nove anjos me saudaram

Dia 29 e eu completando 29 anos de vida. Bem vividos? Talvez. Mas tenho uma estranha impressão de que estou aprendendo a viver agora.

Digo isto pois tenho alimentado meus sonhos. Quando escuto uma música legal, canto e danço, mesmo que sozinha, sem medo de perder o controle. Grito. Tento espalhar alegria.
Procuro lembrar-me de que sou privilegiada. Nem todos têm as mesmas oportunidades, agradeço pelas que tive e terei com a certeza de que darei o meu melhor.


Percebi que as coisas mais importantes são aquelas que não posso ver. Ou as que estando bem à minha frente, eu tenha dificuldade para enxergar. Porque dizem que aí mora a graça da vida.

Recuso a me definir de pré-balzaquiana. Quem Balzac pensa que é pra dizer meu padrão de comportamento daqui um ano em diante? Ele nasceu no século XVII e eu não confio num cara que sempre foi preterido pela mãe e o pai era um administrador de hospício!

Feliz aniversário pra mim!


"Perdi vinte em vinte e nove amizades
Por conta de uma pedra em minhas mãos
Embriaguei morrendo vinte e nove vezes
Estou aprendendo a viver sem você
Já que você não me quer mais
passei vinte e nove meses num navio
E vinte e nove dias na prisão
E aos vinte e nove com o retorno de Saturno
Decidi começar a viver
Quando você deixou de me amar
Aprendi a perdoar e a pedir perdão
E vinte e nove anjos nos saudaram
E tive vinte e nove amigos outra vez"

(Vinte e Nove, Renato Russo)

domingo, 23 de dezembro de 2007

And to all a good night!

Natal é:

  • Velho barbudo com roupa inapropriada para um clima tropical
  • Correria e confusão nas ruas pela busca de um presente
  • Desejar “feliz Natal” é tão banal como um “bom dia”
  • Pisca-piscas colocados de forma desordenada, fazendo os apartamentos parecerem naves espaciais
  • Um grupo megalomaníaco montar uma árvore horrorosa, estragando o visual da Lagoa e só atrapalhando o já confuso trânsito
Eu só queria que o Natal fosse:
  • Uma época de querer estar com quem gostamos
  • Que um presente fosse dado não pela data, mas porque queremos agradar alguém
  • Que não houvesse “velhinhos pedófilos” espalhados pelas cidades
  • Mas principalmente, que não fosse só no dia 25 de dezembro. Para que os “bom dia”, a gentileza, a delicadeza, a lembrança e o carinho perdurasse pelos outros 364 dias do ano
Desejo a vocês um Natal de verdade, do jeitinho que eu gostaria para mim.
Beijos

sábado, 15 de dezembro de 2007

Último Rock Bola do Ano




Com os troféus integrantes da comunidade!

domingo, 9 de dezembro de 2007

A medida da paciência

Todos nós esperamos por alguma coisa. E sempre ouvimos para nunca esquecermos de termos paciência.

Paciência é algo difícil, sabe? Mas quando algo significa muito para você, seja para reestabelecer algo de seu passado ou começar o seu futuro, paciência é fundamental. Mais do que paciência: fé, que é algo que provas não se fazem necessárias. E aí vem a questão: o que em sua vida vale realmente à pena esperar?


Eu costumo dizer que preciso de uns sinais, mesmo que ocasionais, pra continuar mantendo a fé. Qualquer sinal. Mesmo que seja criado pela minha imaginação. Algo que mantenha a chama acesa, que me aqueça, que faça meus olhos continuarem a brilhar, apesar da incerteza continar a transparecer no fundo de tudo.

Dizem que paciência é uma virtude e como a maioria delas, nós nunca sabemos se a possuímos até sermos testados. E se passarmos desse teste, se pudermos esperar o bastante, provavelmente teremos uma recompensa, ainda maior do que esperávamos.

O engraçado e até irônico sobre a espera é que parece que quanto mais queremos algo, mais teremos que esperar. Paciência e fé x ansiosidade. Que quebra-de braço!

Eu ainda tenho fé, paciência, apesar da ansiedade. A seguir, cenas dos próximos capítulos.



"Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára..."

domingo, 2 de dezembro de 2007

Poxa!

Hoje estou oficialmente triste. Ficou comprovada a perda da minha camisa verdadeiramente retrô do Mengão. A que meu saudoso papai havia comprado pra assistir à final do Mundial Interclubes de 81.

A camisa já estava até meio poída, mas foi uma parte do legado que ele me deixou e tinha muita história!

Última vez que a vi: quando cheguei em casa, depois de ter visto jogo do Flamengo no Outback.

Eu posso comprar mil camisas, mas nenhuma chegará nem aos pés desta.

sábado, 1 de dezembro de 2007

Aposto na idiossincrasia

Filosofia de Botequim

Tio Nietzsche


Hoje foi dia de auto-análise. De vez em quando aproveito meus momentos de prostração pra pensar sobre tudo que tá girando ao meu redor. Faço algumas considerações, às vezes chego à algumas conclusões que certas ou erradas, me ajudam a direcionar meus próximos passos.

Conclusão de hoje? É hora de quebrar antigos padrões. Levar a tal da idiossincrasia que Nietzsche tanto defendeu em seu livro "O Anticristo" realmente à sério e fazer diferente, ser realmente idiossincrática.

Ao longo de toda uma existência temos de enfrentar testes e obstáculos antes de evoluirmos e conseguirmos seguir em frente. É assim para aprendermos a andar, para passarmos na escola e na faculdade e, mais tarde, para evoluirmos no trabalho. E nos temas da nossa vida que nos são mais difíceis, tivéssemos de fazer várias
vezes o exame antes de estarmos aptos a passar à etapa seguinte. Os testes não vêm em papel, nem são escritos a caneta. Vêm em forma de pessoas ou situações que nos obrigam a utilizar os sentimentos, a razão e as emoções. Em suma, que nos obrigam a mergulhar, muitas vezes, até ao fundo do poço.

Está mais do que na hora de buscar o que quero pra mim versus o mesmo tipo de situação que eu acabo me metendo. Hoje, perdida nos meus pensamentos, um clarão me apresentou um cenário que me deu uma verdadeira sacodida. Ainda bem!

Não que eu siga minhas conclusões à risca (muito pelo contrário, atualmente, se eu fosse um brinquedo seria a "faz merdinha da Estrela"). Mas se o próprio Nietzsche disse que Deus estava morto, e por ironia, morreu pensando que era Deus, eu, que no máximo faço filosofia de botequim, tenho toda liberdade pra cometer meus próprios deslizes!

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Pensamentos de antes de dormir

Acordei querendo ser jovem outra vez. Eu, que nasci de trás pra frente, retorno a partir de agora a menor idade e passo a atender pelo número 22.

Por um instante - já, tive, pela primeira vez, o 'recuerdo' de um passado muito mais remoto no espaço do que no tempo propriamente dito – afinal não sou velha e tampouco viva a contar minhas histórias em caráter souvenir.

O que trago de volta é a nostalgia de uma época de irresponsabilidade assumida, raciocínios unilaterais, discursos ardidos e romantismo de centro acadêmico. Um certo 'je ne sais quoi' esquecido no rito de passagem do jeans surrado para o crachá.

Veio de novo a vontade de mudar o mundo como naquela tarde de trote e cerveja no antigo Pardal (em São Domingos).

E ontem, antes de dormir, senti muitas saudades de mim. Mas o mundo mudou. Pelo menos o meu. E o seu, acredito.




Nada será mais como antes.


E quer saber? Ainda bem!

domingo, 25 de novembro de 2007

O "ser ou não ser" dos novos tempos

Da série: filosofias de botequim

Dar no primeiro encontro ou não dar: eis a questão! Calma seu Shakespeare! Imagino que pra escrever "Hamlet", o senhor deve ter tido um trabalhão, mas deixe-me explicar antes de dar um duplo twist carpado no caixão.

A perguntinha que lancei acima deve atormentar mais da metade das mulheres solteiras, por mais liberais que possam alardear ser. Não sei se isso é confortante, mas eu cheguei à uma conclusão que pode lhes fazer pelo menos parar de gastar tempo pensando nisso e criar rugas desnecessárias.

O negócio é o seguinte: o fato de dar ou não no primeiro encontro não vai fazer o cara valorizar você mais ou menos. Também não vai garantir que ele ligue no dia seguinte. Resumo da ópera, a escolha é sua, colega! Ou não dá e se sente bem com sua consciência, ou dá e pelo menos, se ele não ligar, você aproveitou!

"Ú" doce não a levará ao altar, viu? Então, o importante é sempre só fazer o que estiver com vontade, sem se preocupar muito com o que vão pensar de você. Até porque, vão pensar de qualquer jeito (isso é assunto pra outro post filosófico).

Filosofia de Botequim

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Morte à Pollyanna

Que diabos é essa tal Pollyanna? É aquela chata, dos livrinhos de banca de jornal, que era ultra-otimista e sempre que achava que ía ficar triste, jogava o "jogo do contente". Mas declaro aqui e agora um assassinato sumário desse personagem, um ode ao otimismo irracional, no qual tudo é lindo e perfeito só porque se quer.

Não! Nem tudo é lindo, perfeito. Por mais que se limpe, sempre se acha aquela poeirinha no canto que não quer sair, um lado da casa que tem alguma infiltração, um lado obscuro de alguma pessoa. Por isso, nada é mais hipócrita do que quando se sabe que vai receber alguma visita, sair arrumando a casa de forma ensandecida, tentando disfarçar a sua realidade. Vale aqui uma analogia com as pessoas. Não há a possibiidade de fingir ser quem não é pra causar boa impressão. Uma hora, poeira que você jogou pra debaixo do tapete vem à tona.

O porquê desse texto duro e afiado? Porque estou farta de "amigos de ocasião". Entendo perfeitamente que agendas e o cotidiano cruel que nossa sociedade nos impõe acaba afastando mesmo as pessoas. Mas isso não acaba com amizade, com relacionamento. A não ser, obviamente, se tal amizade, tal relacionamento é por conveniência, ou, como já citei: ocasião.

Nada contra a existência da conveniência. Desde que esta seja de comum acordo e ninguém seja iludido nessa brincadeira. Se não há a intenção de ter intimidade ou encontrar mais uma vez, pra que dizer que o quer? Pra que e mostrar tão perfeito? Pra depois fugir, arrumar desculpas esfarrapadas e ficar com cara de "tela azul"?

Ah, me poupe! Cansei! Ou melhor, me cansaram! A idiota aqui acreditava que todo mundo era bom, todos tinham boas intenções e pior: que gostavam de mim. Só que como qualquer idiota, tem que tomar na cabeça pra aprender e não repetir o erro. Hoje, continuo idiota (isso, não dá pra lutar contra, só se eu nascer de novo), mas pelo menos, estou aprendendo a encurtar a paciência com desculpas, a não oferecer o ombro tão facilmente, a diminuir o prazo do benefício da dúvida e a, principalmente, a não deixar de lado quem se alegra com a minha simples presença, sem eu precisar trazer uma banda e fogos de artifícios junto.

A Pollyanna aqui morreu. Hoje, quem tenta fazer de mim uma ocasião, ou tem que ser muito talentoso pra me ludibriar, ou vai ganhar um belo vácuo de presente!

Um beijo enorme pra meus amigos de verdade!

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Momento Chaplin

"Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando. Falei como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria."

Charles Chaplin

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Reações químicas

Se é a atração que aproxima as pessoas, o que é que as mantém juntas? Seria trabalho duro e dedicação a um relacionamento, ou algo mais complexo? No fim, tudo se resume a química?

Ao fazer um paralelo com relacionamentos, talez achar aquele ingrediente especial muda a química do prato inteiro. Como se as pessoas fossem cozidos. Há alguém lá fora que melhora você. Buscamos sempre o ingrediente especial para nosso cozido.

Ok, mas você acredita que existe química entre duas pessoas? Algo que é mais do que atração. Aquilo que permanece depois de “sentir borboletas no estômago”. Talvez o que chamamos de “manter a chama”, mas um pouco além: um soltar faísca.

As boas e más notícias sobre a química é que nunca entenderemos como funciona. Todo relacionamento é uma experiência. Nunca se sabe exatamente o resultado. Algumas pessoas trazem à tona um lado seu que nem sabiam existir. Outras lembram que sua história não acabou. Outras se surpreendem. E de vez em quando você surpreende a si mesmo.
Embora todos os relacionamentos requeiram concessões, às vezes se consegue mais e não menos. E às vezes, não dá para conseguir mais. Às vezes o que tinha nunca voltará. embora seja doloroso, é preciso achar a força para seguir em frente. Continuar buscando o amor, buscando aquele ingrediente perfeito, não importa quão longe ou profundo tenha que ir para encontrá-lo.