SOS o ó!
Um pretenso guia para evitar as escorregadas que todo mortal dá vez ou outra.
O ó de hoje: botas brancas
Um pretenso guia para evitar as escorregadas que todo mortal dá vez ou outra.
Tvs podem ser consertadas, ossos podem ser emendados (mesmo que às vezes precisem de pinos) e dizem que só para a morte que não há jeito. Será mesmo? Será que temos a campacidade de sermos magnânimos e apagar certos fatos para que a relação entre pessoas possa voltar a ser como antes deles terem acontecido?
Eu acredito sinceramente que se fatos desagradáveis aconteceram há um sinal muito forte apontando que eu não deva querer que tudo volte a ser como eram. Afinal, nada acontece por acaso e os fatos não são isolados: eles fazem parte de um contexto contruído pelas pessoas envolvidas.
Não quero que nada volte a ser como antes. Quero que sejam como o futuro têm guardado. Retomar o passado nos faz andar em círculos, angustia, sufoca. Ao mesmo tempo, a incerteza do futuro faz refletir sobre o passado e impulsiona o presente.
Algumas vezes, para se seguir adiante, você tem que parar de olhar para trás. Está sempre tentando manter-se em contato com o que é seguro, o que é confortável.
Mas relações humanas não são seguras. Nós não podemos confiar que continuará a mesma coisa. Agarre-se à estrada que o seu coração quer seguir e assim como você desliza pela porta com seus princípios morais na manga, divirta-se e aja por impulso! Arrisque-se e cultive diariamente cada detalhe da relação.
Após isso, tudo que podemos fazer é esperar. Mesmo se nos sentirmos vulneráveis, nus mesmo. Talvez eu mesma nunca me sinta pronta para mudar ou seguir adiante. Mas preciso porque é só assim que se cresce. E crescer é o que é realmente importante.
Estou sem tempo pra confabular mais alfarrábios por aqui!
Então, mais um pouquinho de Smigol pra alegrar o blog!
Pelo menos ainda rio das minhas próprias desventuras (como no post abaixo) e de bobeiras como essa.
Meu espírito, ao menos, permanecerá jovem! hahaha
Criiiiise!!!!
Hoje, durante uma reunião interminável, resolvi dar uma checada no visual via espelhinho do corretivo. Pro meu espanto, ainda sonolenta, mas sempre linda leve e faceira, me deparei com ele: meu primeiro fio de cabelo branco!
Dizem por aí que do primeiro a gente nunca se esquece. Olha, juro que essa primeira vez eu gostaria muito de apagar da memória, mas infelizmente, é um caminho sem volta. Este foi só o primeiro de vários que virão. Ai, meus sais!
Minha negação de envelhecimento perdeu força no mesmo tempo em que a certeza do amadurecimento e ganho de experiência não foi percebida. Se cabelos brancos são sinal de maturidade e até sapiência, como um fio já apareceu em mim?
Das duas uma: ou eu gasto horas na análise ou uns minutos com um bom tonalizante. Por enquanto, prefiro a segunda opção. Sabe como é: nunca se sabe como reagirei ao segundo fio. Deixarei a análise para quando aparecerem os primeiros pés-de-galinha! :-P
Primeiro post de 2008, um momentinho de descontração! O ano já vai começar bombando!
Assim como o despertar do homem (ainda macaco) no clássico "2001, uma Odisséia no Espaço", desejo que cada um de nós tenhamos um novo amanhecer e novos horizontes que nos propiciem oportunidades de sermos ao menos, melhores do que somos.
Feliz 2008!
Última Filosofia de Botequim do ano!
Aos Sete sábios da Grécia eram atribuídas grande quantidade de máximas e preceitos - sentenças proverbiais -, por todos conhecidas. Algumas eram tão famosas que foram inscritas no templo de Apolo em Delfos. A lista mais difundida, do tempo de Platão, é a seguinte: Tales de Mileto, Periandro de Corinto, Pítaco de Mitilene, Brias de Priene, Cleóbulo de Lindos, Sólon de Atenas e Quílon de Esparta.
Quando um dia perguntaram a Tales de Mileto o que era difícil, ele respondeu: “Conhecer a si próprio”. Quando lhe perguntaram o que era fácil, ele respondeu: “Dar conselhos”.
Portanto, ao invés da razão e proporção, sugeridas no Teorema de (do próprio) Tales (alguém lembra disso em geometria?), proponho razão e sensibilidade, esse mesmo, o da Jane Austen!
Ao contrário do que dizem por aí, não acho que este seja um romance de "intrigas domésticas" ou sobre "uma irmã racional e outra sentimental" (que tem inclusive sido usado como justificativa do título). Pelo contrário, é uma pergunta sempre relevante: será que o que parece útil a curto prazo vale a pena a longo prazo? Os "bobos" que seguem seus sentimentos podem no final ter melhores resultados e que a virtude ainda é necessária. Pelo menos é o que a Jane Austen parece ter me dito. ;-)
Dia 29 e eu completando 29 anos de vida. Bem vividos? Talvez. Mas tenho uma estranha impressão de que estou aprendendo a viver agora.
Digo isto pois tenho alimentado meus sonhos. Quando escuto uma música legal, canto e danço, mesmo que sozinha, sem medo de perder o controle. Grito. Tento espalhar alegria.
Procuro lembrar-me de que sou privilegiada. Nem todos têm as mesmas oportunidades, agradeço pelas que tive e terei com a certeza de que darei o meu melhor.
Percebi que as coisas mais importantes são aquelas que não posso ver. Ou as que estando bem à minha frente, eu tenha dificuldade para enxergar. Porque dizem que aí mora a graça da vida.
Recuso a me definir de pré-balzaquiana. Quem Balzac pensa que é pra dizer meu padrão de comportamento daqui um ano em diante? Ele nasceu no século XVII e eu não confio num cara que sempre foi preterido pela mãe e o pai era um administrador de hospício!
Feliz aniversário pra mim!
Natal é:
Todos nós esperamos por alguma coisa. E sempre ouvimos para nunca esquecermos de termos paciência.
Paciência é algo difícil, sabe? Mas quando algo significa muito para você, seja para reestabelecer algo de seu passado ou começar o seu futuro, paciência é fundamental. Mais do que paciência: fé, que é algo que provas não se fazem necessárias. E aí vem a questão: o que em sua vida vale realmente à pena esperar?
Eu costumo dizer que preciso de uns sinais, mesmo que ocasionais, pra continuar mantendo a fé. Qualquer sinal. Mesmo que seja criado pela minha imaginação. Algo que mantenha a chama acesa, que me aqueça, que faça meus olhos continuarem a brilhar, apesar da incerteza continar a transparecer no fundo de tudo.
Dizem que paciência é uma virtude e como a maioria delas, nós nunca sabemos se a possuímos até sermos testados. E se passarmos desse teste, se pudermos esperar o bastante, provavelmente teremos uma recompensa, ainda maior do que esperávamos.
O engraçado e até irônico sobre a espera é que parece que quanto mais queremos algo, mais teremos que esperar. Paciência e fé x ansiosidade. Que quebra-de braço!
Eu ainda tenho fé, paciência, apesar da ansiedade. A seguir, cenas dos próximos capítulos.
"Mesmo quando tudo pede
Um pouco mais de calma
Até quando o corpo pede
Um pouco mais de alma
A vida não pára..."
Hoje estou oficialmente triste. Ficou comprovada a perda da minha camisa verdadeiramente retrô do Mengão. A que meu saudoso papai havia comprado pra assistir à final do Mundial Interclubes de 81.
A camisa já estava até meio poída, mas foi uma parte do legado que ele me deixou e tinha muita história!
Última vez que a vi: quando cheguei em casa, depois de ter visto jogo do Flamengo no Outback.
Eu posso comprar mil camisas, mas nenhuma chegará nem aos pés desta.
Acordei querendo ser jovem outra vez. Eu, que nasci de trás pra frente, retorno a partir de agora a menor idade e passo a atender pelo número 22.
Por um instante - já, tive, pela primeira vez, o 'recuerdo' de um passado muito mais remoto no espaço do que no tempo propriamente dito – afinal não sou velha e tampouco viva a contar minhas histórias em caráter souvenir.
O que trago de volta é a nostalgia de uma época de irresponsabilidade assumida, raciocínios unilaterais, discursos ardidos e romantismo de centro acadêmico. Um certo 'je ne sais quoi' esquecido no rito de passagem do jeans surrado para o crachá.
Veio de novo a vontade de mudar o mundo como naquela tarde de trote e cerveja no antigo Pardal (em São Domingos).
E ontem, antes de dormir, senti muitas saudades de mim. Mas o mundo mudou. Pelo menos o meu. E o seu, acredito.
Nada será mais como antes.
E quer saber? Ainda bem!
Da série: filosofias de botequim
Dar no primeiro encontro ou não dar: eis a questão! Calma seu Shakespeare! Imagino que pra escrever "Hamlet", o senhor deve ter tido um trabalhão, mas deixe-me explicar antes de dar um duplo twist carpado no caixão.
A perguntinha que lancei acima deve atormentar mais da metade das mulheres solteiras, por mais liberais que possam alardear ser. Não sei se isso é confortante, mas eu cheguei à uma conclusão que pode lhes fazer pelo menos parar de gastar tempo pensando nisso e criar rugas desnecessárias.
O negócio é o seguinte: o fato de dar ou não no primeiro encontro não vai fazer o cara valorizar você mais ou menos. Também não vai garantir que ele ligue no dia seguinte. Resumo da ópera, a escolha é sua, colega! Ou não dá e se sente bem com sua consciência, ou dá e pelo menos, se ele não ligar, você aproveitou!
"Ú" doce não a levará ao altar, viu? Então, o importante é sempre só fazer o que estiver com vontade, sem se preocupar muito com o que vão pensar de você. Até porque, vão pensar de qualquer jeito (isso é assunto pra outro post filosófico).
Filosofia de Botequim
Que diabos é essa tal Pollyanna? É aquela chata, dos livrinhos de banca de jornal, que era ultra-otimista e sempre que achava que ía ficar triste, jogava o "jogo do contente". Mas declaro aqui e agora um assassinato sumário desse personagem, um ode ao otimismo irracional, no qual tudo é lindo e perfeito só porque se quer.
Não! Nem tudo é lindo, perfeito. Por mais que se limpe, sempre se acha aquela poeirinha no canto que não quer sair, um lado da casa que tem alguma infiltração, um lado obscuro de alguma pessoa. Por isso, nada é mais hipócrita do que quando se sabe que vai receber alguma visita, sair arrumando a casa de forma ensandecida, tentando disfarçar a sua realidade. Vale aqui uma analogia com as pessoas. Não há a possibiidade de fingir ser quem não é pra causar boa impressão. Uma hora, poeira que você jogou pra debaixo do tapete vem à tona.
O porquê desse texto duro e afiado? Porque estou farta de "amigos de ocasião". Entendo perfeitamente que agendas e o cotidiano cruel que nossa sociedade nos impõe acaba afastando mesmo as pessoas. Mas isso não acaba com amizade, com relacionamento. A não ser, obviamente, se tal amizade, tal relacionamento é por conveniência, ou, como já citei: ocasião.
Nada contra a existência da conveniência. Desde que esta seja de comum acordo e ninguém seja iludido nessa brincadeira. Se não há a intenção de ter intimidade ou encontrar mais uma vez, pra que dizer que o quer? Pra que e mostrar tão perfeito? Pra depois fugir, arrumar desculpas esfarrapadas e ficar com cara de "tela azul"?
Ah, me poupe! Cansei! Ou melhor, me cansaram! A idiota aqui acreditava que todo mundo era bom, todos tinham boas intenções e pior: que gostavam de mim. Só que como qualquer idiota, tem que tomar na cabeça pra aprender e não repetir o erro. Hoje, continuo idiota (isso, não dá pra lutar contra, só se eu nascer de novo), mas pelo menos, estou aprendendo a encurtar a paciência com desculpas, a não oferecer o ombro tão facilmente, a diminuir o prazo do benefício da dúvida e a, principalmente, a não deixar de lado quem se alegra com a minha simples presença, sem eu precisar trazer uma banda e fogos de artifícios junto.
A Pollyanna aqui morreu. Hoje, quem tenta fazer de mim uma ocasião, ou tem que ser muito talentoso pra me ludibriar, ou vai ganhar um belo vácuo de presente!
Um beijo enorme pra meus amigos de verdade!
"Se tivesse acreditado na minha brincadeira de dizer verdades, teria ouvido verdades que teimo em dizer brincando. Falei como um palhaço mas jamais duvidei da sinceridade da platéia que sorria."
Charles Chaplin
Se é a atração que aproxima as pessoas, o que é que as mantém juntas? Seria trabalho duro e dedicação a um relacionamento, ou algo mais complexo? No fim, tudo se resume a química?
Ao fazer um paralelo com relacionamentos, talez achar aquele ingrediente especial muda a química do prato inteiro. Como se as pessoas fossem cozidos. Há alguém lá fora que melhora você. Buscamos sempre o ingrediente especial para nosso cozido.
Ok, mas você acredita que existe química entre duas pessoas? Algo que é mais do que atração. Aquilo que permanece depois de “sentir borboletas no estômago”. Talvez o que chamamos de “manter a chama”, mas um pouco além: um soltar faísca.
As boas e más notícias sobre a química é que nunca entenderemos como funciona. Todo relacionamento é uma experiência. Nunca se sabe exatamente o resultado. Algumas pessoas trazem à tona um lado seu que nem sabiam existir. Outras lembram que sua história não acabou. Outras se surpreendem. E de vez em quando você surpreende a si mesmo.
Embora todos os relacionamentos requeiram concessões, às vezes se consegue mais e não menos. E às vezes, não dá para conseguir mais. Às vezes o que tinha nunca voltará. embora seja doloroso, é preciso achar a força para seguir em frente. Continuar buscando o amor, buscando aquele ingrediente perfeito, não importa quão longe ou profundo tenha que ir para encontrá-lo.
Não me considero nem de longe uma mulher exageradamente consumista, ao contrário, meu mote vai na linha do “less is beautiful”. E compartilho com as mulheres da minha geração um certo desdém de mentirinha em relação às vaidades femininas, só não consigo entender porque gosto tanto de sapatos...
Pausa nas questões relacionadas à ética e à moral, embora, se a gente entender que essas duas palavrinhas marotas precisam dar conta de todo o arco-íris das ações humanas, essa pausa, na realidade, seja só um desajeito de dizer...
E se até mesmo a omnicitada Clarice Lispector, uma das nossas figuras femininas mais interessantes, misturava sem vergonha nenhuma pura literatura e assuntos de “mulherzinha”, acho que ninguém vai reparar se eu tocar num dos mais típicos temas desse lado B que existe em toda mulher, não importa quão séria ela se julgue: os sapatos!
Toda vez que o problema da existência se resume em fazer caber numa mala tudo que é necessário para embarcar em um entreparênteses na vida. Enquanto um homem caminha pelo mundo com um tênis para a corrida sagrada das manhãs, um sapato preto para o terno, um mais esporte para todo o resto. Simples assim...
Sempre começo minha mala imbuída da mesma apreciação pelas bagagens leves...E nunca adianta. Vou parar do outro lado da passagem de avião – ou de carro, ou de trem, só que pior porque as regras das companhias aéreas para bagagens são um grande limitador do guarda-roupa do viajante – com uma sandália havaiana, caso alguém tenha tido a boa idéia de instalar uma piscina ainda que na estepe siberiana; um tênis, para o caso de eu achar mais divertido ir fazer ginástica ou correr em vez de perseguir museus e passear por lugares exóticos; um sapato confortável para peregrinações em geral; uma sandália para a mesma função, só que se fizer um súbito calor -- o clima, como todo viajante sensato sabe é imprevisível e nada impede que os finlandeses acordem um dia ensopados de suor, surpreendidos pelo azul impiedoso de um céu tropical--; um sapato preto para sair à noite, de salto alto; um outro, para o caso de eu não estar no “espírito sapato preto”; uma bota para cavalgar ondas de frio e combinar com a calça jeans; um chinelinho de quarto ou uma havaiana, de outra cor...nunca se sabe...
De onde será que vem esse nosso caso de amor com sapatos?
Simbolicamente os pés nos conduzem, marcam nosso caminho, deixam pegadas. Dizem que Buda, ao nascer, deu sete passos na direção de cada ponto cardeal, enquanto flores desabrochavam acompanhando seus passos. Então firmou os pés sobre terra, apontou para o céu e soltou seu “rugido de leão”. Essas primeiras pegadas de Buda (Buddhapada) até hoje são reverenciadas na Índia, marcam a presença dele na Terra.
Os deuses medem o universo com seus pés...Vishnu, o deus hindu da ordem, apresentou-se ao rei dos demônios como um pequeno anão. Pediu um pedacinho de terra, coisa pouca, apenas aquilo que ele pudesse percorrer em três passadas. O rei, gargalhando diante da humildade do anão, acedeu ao pedido. E então o homenzinho transformou-se no gigantesco deus que marcou toda a terra com um único passo e todo o céu com o segundo passo. Diante disso, o rei dos demônios ajoelhou-se em sinal de submissão, deixando que Vishnu pousasse o pé na sua cabeça ao dar o terceiro e último passo...
E as mulheres chinesas mutilaram os pés de suas filhas durante séculos para que eles ficassem minúsculos e praticamente dobrados ao meio. Você achava que era um sinal horrendo de submissão? Eu também, mas estudiosos não descartam a possibilidade da prática ter uma conotação mais sexual e a arte erótica chinesa, de fato, parece ter várias referências às possibilidades sensuais dos pés...
Para Freud também, os pés estão carregados de sensualidade. Seriam símbolos fálicos, que os homens reconhecem e associam ao alívio de alguma ansiedade relativa à castração (sim, a gente anda, anda e não resolve essa história de castração!?).
Nessa linha, os sapatos que os aconchegam os pés-fálicos seriam símbolos do feminino...e, com um pouco de imaginação, a gente até consegue entender porque pés e sapatos, sobretudo os de salto alto, são fetiches tradicionais, daqueles que aparecem em primeiro lugar nas listas dos mais votados, objetos poderosos, mágicos, capazes de evocar fantasias e memórias sabe-se la de que fundo de baú...
E tudo isso porque eu não conseguia decidir que sapato colocar na mala!Fetiches ou não, sapatos nos ajudam a pisar no mundo. Não são coisas da natureza, impostas, poderíamos perfeitamente bem ser uma espécie descalça. Mas, não, decidimos há eras longínquas agasalhar nossos pés. Pés são afimativos, são companheiros de caminho, escolhas...
Ontem, lendo o recém-chegado Como andar de salto alto, o guia da Cinderela moderna, da jornalista britânica Camilla Morton, fiquei apaixonada pela descrição que o criador dos mais cobiçados pares de sapatos do planeta faz de suas criações. Senhoras, com a palavra, Manolo Blahnik:
“Um bom salto escolhe você, e não o contrário. Não siga tendências, siga a si mesma – você precisa de um sapato que a deixa alta e emperdigada. Sempre fique com a sua primeira escolha, a mais instintiva. Ela é a escolha da sua alma. Você tem de escolher um sapato que a faça parecer ainda mais interessante e sentir-se ainda mais intrépida do que já se sente normalmente. Meus sapatos não têm nada a ver com moda – eles são estados de espírito e momentos querendo ser expressos.”
Escrevo sobre tudo e sobre nada. Dá vontade, escrevo. Sem obrigação, só por paixão.