Momento mulherzinha
Há algo de estranho no reino da Dinamarca. Fato! Se contra fatos não há argumentos, imagine você se eu mostrar o atual panorâma! Tenho andando extremamente mulherzinha, no sentido mais pejorativo possível.
Não estou falando de xiliques para matar barata. Ah, isso eu já sou histérica, mesmo nos meus dias de Kate Marrone (aquela do "Dama de Ouro"). Também não me sinto nenhuma Scarlet O'Hara, valentona, voluntariosa, mas fresca toda vida. Estou "apenas" à flor da pele em uma hora específica do dia.
Tem sido assim: chego do trabalho cansada, porém faceira. Tomo meu banho morninho relaxante, faço um lanchinho, mergulho em algumas futilidades cibernéticas, alimento meus vícios da Tv por assinatura e o sono finalmente chega.
Já bêbada de sono, sem pensar em nada em especial, começo a sentir um aperto no peito, uma sensação de amarelo que invariavelmente me leva a chorar. Não! Não são apenas algumas lágrimas aqui e acolá! É uma cachoeira que me faz até soluçar!
Mas como assim? Não há motivos! Está tudo em ordem, na paz e calmaria. Tá, tem uns estresses costumeiros de trabalho, algumas poucas preocupações do cotidiano e a única coisa que me deixa levemente frustrada é não ter comprado meu carro de novo. Mas isso eusei que é questão de tempo.
Então por que desse chororô todo? Desse aperto no peito? Prefiro pensar, por hora, que é só o efeito "criança com sono". Depois eu descubro. Ou não.



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