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sábado, 1 de dezembro de 2007

Aposto na idiossincrasia

Filosofia de Botequim

Tio Nietzsche


Hoje foi dia de auto-análise. De vez em quando aproveito meus momentos de prostração pra pensar sobre tudo que tá girando ao meu redor. Faço algumas considerações, às vezes chego à algumas conclusões que certas ou erradas, me ajudam a direcionar meus próximos passos.

Conclusão de hoje? É hora de quebrar antigos padrões. Levar a tal da idiossincrasia que Nietzsche tanto defendeu em seu livro "O Anticristo" realmente à sério e fazer diferente, ser realmente idiossincrática.

Ao longo de toda uma existência temos de enfrentar testes e obstáculos antes de evoluirmos e conseguirmos seguir em frente. É assim para aprendermos a andar, para passarmos na escola e na faculdade e, mais tarde, para evoluirmos no trabalho. E nos temas da nossa vida que nos são mais difíceis, tivéssemos de fazer várias
vezes o exame antes de estarmos aptos a passar à etapa seguinte. Os testes não vêm em papel, nem são escritos a caneta. Vêm em forma de pessoas ou situações que nos obrigam a utilizar os sentimentos, a razão e as emoções. Em suma, que nos obrigam a mergulhar, muitas vezes, até ao fundo do poço.

Está mais do que na hora de buscar o que quero pra mim versus o mesmo tipo de situação que eu acabo me metendo. Hoje, perdida nos meus pensamentos, um clarão me apresentou um cenário que me deu uma verdadeira sacodida. Ainda bem!

Não que eu siga minhas conclusões à risca (muito pelo contrário, atualmente, se eu fosse um brinquedo seria a "faz merdinha da Estrela"). Mas se o próprio Nietzsche disse que Deus estava morto, e por ironia, morreu pensando que era Deus, eu, que no máximo faço filosofia de botequim, tenho toda liberdade pra cometer meus próprios deslizes!

Um comentário:

Anônimo disse...

HAN????