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sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Apontamentos sobre inteligência...emocional?

Disseram-me nesse feriado que eu sinto exatamente da mesma forma que eu penso. E que eu tenho dificuldades de aceitar que eu sou uma excessão à regra, que as pessoas "normais" sentem de um jeito e pensam de outro. Que pra mim isso é algo tão lógico que se tornava incompreensível...

Há cada vez mais dúvidas e mesmo frustração. Mas os otimistas continuam acreditando na construção de uma nova realidade, mistura de virtual e material. Com novas linguagens e novas formas de organização.

Sobreviverão os mais inteligentes. É assim desde que o homo é sapiens. Toda nova tecnologia alarga as fronteiras da inteligência. Sobrevivem os indivíduos capazes de criar e explorar as possibilidades de inovação. A inteligência evolui, mas também pode cair em muitos becos sem saída.

Não faltam opções: competitiva, coletiva, emocional e artificial, as inteligências se multiplicam, e cada pessoa precisa exercitar essa multiplicidade. Fala-se em tecnologias da inteligência. Além de sermos inteligentes, devemos mostrar que temos uma inteligência da inteligência, própria e alheia.

Na prática, imperam o ódio, a destruição e a irracionalidade em todo o mundo. Redescobrir a inteligência hoje é condição para a espécie humana sobreviver a si mesma.

O "penso, logo existo" não basta. O futuro é de quem refletir sobre essa idéia. Sem a inteligência da inteligência, não há evolução. No meu caso, eu penso e sinto (ou só sinto ou só penso, já que pra mim acontecem no mesmo nível), logo existo. Ah, essa é a minha única certeza, só não sei até quando! :)

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